Na cidade

Já pode ver como vai ser a futura estação de metro da Estrela

A linha circular deverá estar pronta no primeiro trimestre de 2025. Vai ligar as estações do Rato e do Cais do Sodré.
Já está concluído.

A abertura da nova linha circular do Metropolitano de Lisboa, que vai ligar a estação do Rato ao Cais do Sodré, tem sido adiada devido a vários atrasos nas obras. Embora a sua conclusão esteja prevista para 2025, já foi divulgado esta terça-feira, 16 de abril, um vídeo com imagens em 3D que desvendam como será a futura estação da Estrela.

A extensão irá contar com mais de dois quilómetros de rede. Localizada em cima da Calçada da Estrela, em frente à Basílica da Estrela, a nova estação de Metro terá acesso na extremidade sul do jardim, a partir do edifício da antiga farmácia do Hospital Militar.

Concluídas as obras, a estação será servida por seis ascensores e duas escadas mecânicas. Já o acesso principal da futura estação de Santos ficará no Largo da Esperança e haverá escadas rolantes. Em janeiro, foi ainda terminado o túnel do Metro que liga a Estrela à estação de Santos.

O novo trajeto do Rato ao Cais do Sodré, irá ligar as linhas verde e amarela a partir do Campo Grande, passando as restantes — a amarela de Odivelas a Telheiras, a azul (Reboleira – Santa Apolónia) e a vermelha (S. Sebastião – Aeroporto) — a funcionar como radiais.

A execução do Plano de Expansão do Metropolitano de Lisboa está dividida em quatro lotes. O lote 1 envolve a execução dos toscos entre o término da estação Rato e a estação Santos; o lote 2 engloba a execução dos toscos entre a estação de Santos e a estação Cais do Sodré; o lote 3 pretende a construção de dois novos viadutos e ampliação da estação do Campo Grande; e o lote 4 envolve a construção dos acabamentos e sistemas para a futura linha circular.

A Linha circular conta com um investimento na ordem dos 331 milhões de euros, sendo que 173 milhões são cofinanciados pelo Fundo Ambiental e 103 milhões de euros contam com o apoio do Fundo de Coesão, através do POSEUR.

“A obra da linha circular constitui-se como mais um passo no desenvolvimento de um projeto estruturante para a cidade de Lisboa e para a melhoria das acessibilidades e das conectividades, uma vez que a rede prevista possibilita o desenvolvimento de uma nova circularidade interna”, refere o Metropolitano de Lisboa.

 

 

 

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