Na cidade

Área Metropolitana de Lisboa tem mais 195 alojamentos para sem-abrigo

Atualmente, existem 824 repostas inovadoras, utilizadas em função das características de cada futuro morador.
O objetivo é ultrapassar as mil.

Os concelhos de Lisboa, Loures, Cascais, Odivelas e Sintra dispõem agora de mais 195 soluções de acolhimento para pessoas em situação de sem-abrigo, entre apartamentos partilhados e housing-first. Os protocolos foram assinados nesta segunda-feira, 14 de fevereiro, na sede do Instituto de Segurança Social da capital. Em declarações à Lusa, Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, adiantou a existência de 824 soluções inovadoras, utilizadas em função das características de cada indivíduo, para a sua reintegração.

O objetivo é ultrapassar a fasquia das mil soluções, o que deve acontecer nas próximas semanas quando forem assinados mais protocolos, resultantes de um concurso aberto em finais de 2021, adiantou.

A ministra aproveitou para reforçar que, apesar de os protocolos agora assinados serem com concelhos da AML, há respostas espalhadas por todo o País. Pretende-se garantir recursos em todo o território nacional, mesmo que as áreas metropolitanas sejam as que têm registo de mais casos.

O Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social está a desenvolver a Bolsa Nacional de Alojamento Urgente e Temporário, no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), que permitirá identificar as vagas disponíveis para pessoas que estejam numa situação de urgência e poder encaminhá-las, sendo depois possível que estas transitem para soluções mais a longo prazo, como os apartamentos partilhados ou as soluções ‘housing-first’, lembrou ainda Ana Mendes Godinho.

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