Na cidade

As casas solidárias Ronald McDonald que ajudam milhares de famílias em momentos difíceis

O projeto é uma dádiva para muitos pais — aproveite a campanha McSorriso este fim de semana para apoiar esta causa.
Casas da Fundação são um espaço seguro e confortável para as famílias

“Quando fui à casa pela primeira vez, só a receção que tive foi tão calorosa que me senti logo em casa. Deram-me a estabilidade que eu precisava para passar ao meu filho”. Esta é a história de Raquel, uma mãe que precisou de apoio para que o filho, Santiago, recebesse os tratamentos necessários para a doença rara que tem desde nascença. A ajuda foi-lhe dada em forma de acolhimento na casa Ronald McDonald de Lisboa, uma das várias casas do projeto da Fundação Infantil Ronald McDonald.

Esta dupla de guerreiros é apenas uma das cerca de 4000 famílias que a Fundação Infantil Ronald McDonald já ajudou desde que iniciou a sua atividade em 2008. Mais do que “uma casa longe de casa” para famílias com crianças a realizar tratamentos hospitalares, esta é uma instituição que se torna ela própria na família daqueles que ajuda.

Os dias ou meses com um filho hospitalizado não são fáceis para os pais, sobretudo quando estão longe de casa. “Na Casa Ronald McDonald passámos a fazer parte de uma grande família composta pelas famílias acolhidas, pela equipa de colaboradores, e por todos os voluntários que incansavelmente apoiam as crianças e pais a abstraírem-se da rotina hospitalar. Aqui fazem-se amizades que perdurarão para toda a vida, foi nesta grande família que muitas vezes fui buscar forças nos momentos de fraqueza”, acrescenta uma mãe de uma família de Braga. 

Assim, a McDonald’s, muito mais do que ser a empresa de restauração rápida mais famosa do mundo, procura constantemente encontrar formas de apoiar as comunidades no seu dia a dia e, por isso, é uma das principais mecenas desta instituição.

A história da menina de 3 anos que inspirou a criação da Fundação Infantil Ronald McDonald

A primeira Casa Ronald McDonald surge em 1974, em Filadélfia, nos EUA, numa parceria entre um franquiado de um restaurante McDonald’s, um hospital e uma equipa de futebol americano. Kim, uma menina de 3 anos filha do famoso jogador Fred Hill, é diagnosticada com leucemia. Entre o cansaço, a tristeza e frustração de todo o processo de tratamento e vida hospitalar, o atleta e a mulher perceberam as dificuldades que enfrentavam. Mas mais do que isso, viram que muitas famílias tinham ainda outras preocupações a pesar-lhes ou encargos que, ao contrário deles, não podiam suportar.

De coração cheio, esta união levou à construção de uma das centenas de casas que, por todo o mundo, ajudam milhares de famílias todos os dias. Em Portugal, a primeira casa foi inaugurada perto do Hospital Pediátrico D. Estefânia, em Lisboa. Hoje, além deste espaço de acolhimento, a capital conta com outra infraestrutura no Hospital Santa Maria, o Espaço Familiar Ronald McDonald, que dá apoio diurno às famílias e crianças ali internadas. Também no Porto existe uma casa de acolhimento para famílias deslocadas e o grande objetivo é estender a mais locais este projeto tão querido de todos.

Dúvidas sobre a importância deste projeto são poucas e os dados confirmam-no: em 2019, 94 por cento das administrações hospitalares foram da opinião de que as Casas Ronald McDonald ajudam a reduzir o stress dos pais — um contributo relevante para o bem-estar das famílias e, em particular, para a recuperação das crianças.

Mas este projeto tem, obviamente, custos e todos nós podemos contribuir para que se mantenha em funcionamento por muitos anos. Para apoiar o trabalho feito nas casas Ronald McDonald, os clientes da McDonald’s podem, ao longo de todo o ano, fazer um donativo no momento do pagamento das suas refeições nos quiosques digitais dos restaurantes, onde também é possível arredondar a conta, ou colocando o valor no mealheiro que se encontra nos balcões de atendimento. Além disso, é possível fazer uma consignação do IRS ou contribuir na já conhecida campanha solidária anual, a McSorriso, que está a decorrer este fim de semana, entre 26 e 28 de novembro. A forma de ajudar não importa, mas todos os cêntimos fazem a diferença. 

Um restaurante que é um bom vizinho

Além do apoio à Fundação, a McDonalds é uma marca que se orgulha de ser próxima das centenas comunidades onde está inserida em Portugal. Com os seus franquiados, todos os restaurantes da marca apoiam pelo menos uma instituição da comunidade em que estão inseridos, ajudando a concretizar a missão individual de cada uma, fazendo assim o bem aqui, a quem faz o bem.

Há 30 anos que a marca se mobiliza também a nível nacional para apoiar o país e as comunidades em situações de emergência nacional. Desde o início da pandemia, a cadeia de restauração e os seus franquiados ofereceram mais de 155 mil refeições aos profissionais que se encontram na linha da frente do combate à Covid-19. Além desta iniciativa, a partir do Banco Alimentar Contra a Fome, a McDonald’s já doou mais de 13 toneladas de alimentos à Rede de Emergência Alimentar e, em parceria com a Cáritas Portuguesa, foram oferecidas cerca de 38 mil refeições a famílias sinalizadas.

“Como dizia Ray Kroc, retribuímos à comunidade parte do que ela nos dá. A McDonald’s é parte integrante dos meios onde está inserida e, por isso, procuramos assegurar que contribuímos e respondemos às suas necessidades. O nosso propósito é apoiar e alimentar as comunidades, ouvindo quem mais precisa e agindo. É isto que nos torna tão bons vizinhos, há já 30 anos”, acrescenta Sérgio Leal, Diretor de Comunicação e Marketing da McDonald’s Portugal.

Este artigo foi escrito em parceria com a McDonald's.
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