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China quer eliminar a Covid-19 do país — e não deve abrir as fronteiras em 2022

País quer livrar-se definitivamente da Covid-19. Existe uma política de testes e bloqueios para que esta meta seja alcançada.
A China quer ficar livre do vírus.

A China quer ser um dos primeiros países do mundo a eliminar definitivamente a Covid-19. Nem alguns sinais positivos em relação à evolução da pandemia o controlo do número de infeções levaram o país a levantar as restrições nas fronteiras. O “The Economist” revela mesmo que tal não irá acontecer em 2022. Para além da política de testes e bloqueios em várias regiões, a população chinesa não dá sinais de querer uma abertura aos visitantes exteriores.

No passado verão, Zhang Wenhong, um respeitado médico chinês, sugeriu que o país relaxasse um pouco as medidas. Rapidamente foi criticado nas redes sociais. Qualquer estrangeiro que queira entrar na China tem de cumprir quarentena num hotel durante 14 dias.

O país está preocupado com o escalar da variante Delta e não existem, por enquanto, sinais de abertura. Apesar deste isolamento, a economia não foi muito afetada. Segundo o The Economist”, as exportações continuam nos mesmos níveis e o investimento estrangeiro está mais elevado do que o valor pré-pandemia.

A China espera conseguir 80 por cento da população vacinada até ao final de 2021. Nenhuma vacina de origem externa foi aprovada. As produzidas internamente, como a Sinopharm e Sinovac não se têm mostrado muito eficazes contra a variante Delta, o que pode ser um problema.

Um sinal de abertura do país ao estrangeiro pode ser dado com o vizinho Hong Kong. A cidade estado quer abrir a fronteira, uma vez que verificou poucos casos nos últimos meses. Ainda assim, por enquanto, as autoridades chinesas recusaram o pedido. Quando este for aceite, poderá estar para breve o fim de algumas restrições a outros países.

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