Na cidade

Coliving: a moda da partilha de casa que não vai parar de crescer em Portugal

Lisboa é a 27.ª cidade no ranking do maior número de camas em regime de coliving na Europa atualmente.
Preços mais em conta.

É um novo conceito em crescimento. Surgiu nas cidades onde o arrendamento é privilegiado, e onde partilhar casa, mesmo que seja com pessoas que não se conheçam, é uma solução por vezes economicamente necessária. A JLL, especialista em imóveis, lançou um estudo sobre coliving na Europa e concluiu que este é um mercado que, em Portugal, tem potencial para crescer mais de 25 vezes.

O “Portugal Coliving – Follow the Trend”, em parceria com a Joyn, foi apresentado em Lisboa no dia 11 de dezembro e apresenta as realidades portuguesa e europeia de coliving, tendências, características e públicos alvo.

Segundo o estudo, a procura deste tipo de habitação partilhada pode atingir entre as 16.000 e as 18.000 camas, em Lisboa e Porto, onde atualmente existem 50 e 570 em projetos de desenvolvimento. Na base da procura estão os nómadas digitais, que procuram as cidades por períodos curtos de tempo.

Também na busca deste tipo de habitação estão os empreendedores internacionais, jovens trabalhadores entre os 20 e os 35 anos sem filhos, os estudantes internacionais ou os nacionais longe de casa, e jovens empreendedores.

Das 40 cidades europeias apetecíveis para projetos de coliving, Lisboa encontra-se na 27.ª posição e o Porto na 39.ª. Atualmente, e segundo o estudo, o mercado europeu de coliving conta já com 23.500 camas. Londres e Amesterdão são líderes.

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