Na cidade

Criadora do movimento “Black Lives Matter” vai abrir o Web Summit de Lisboa

Frances Haugen, que denunciou relatórios internos do Facebook sobre as vendas e a relação com os utilizadores, também estará presente.
Começa a 1 e termina a 4 de novembro.

O nome Opal Tometi provavelmente não lhe diz nada. No entanto, se escrevermos “Black Lives Matter” pensará de imediato nas tensões vividas em 2020, após a morte de George Floyd. O que liga estes dois lados é o simples facto de que esta expressão ter sido criada precisamente por Opal Tometi. Um ano depois dos protestos, a ativista será uma das cabeças de cartaz da Web Summit, que decorre de 1 a 4 de novembro na Altice Arena.

No primeiro dia da cimeira poderemos ver outra mulher que agitou o mundo recentemente. Falamos de Frances Haugen, que a 3 de outubro acusou o Facebook de se preocupar mais com o dinheiro do que com a segurança dos utilizadores. A ativista, que já trabalhou no Facebook, disse ainda que a rede social de Mark Zuckerberg pretende enganar o público e os investidores. 

O cartaz de abertura do evento também é composto por nomes portugueses: Pedro Siza Vieira, o ministro da Economia, e o novo presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas. Paddy Cosgrave, o co-fundador do Web Summit, será outro dos oradores, como já é tradição.

O segundo dia traz várias personalidades do desporto olímpico (e medalhado) de Portugal: Patrícia Mamona, Jorge Fonseca e Fernando Pimenta, que falarão sobre o “caminho para Tóquio”, onde decorreram os Jogos Olímpicos deste ano.

Pelo meio, o Parque das Nações irá receber a atriz Amy Poehler e a apresentadora Filomena Cautela. O encerramento do evento fica a cargo de Marcelo Rebelo de Sousa.

Os bilhetes para o Web Summit já estão à venda no site do evento. O ingresso mais barato custa custa 995€.

 

 

 

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