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Criptomoeda Omicron valoriza com nome da nova variante do vírus

O nome dado à variante detetada na África do Sul terá impulsionado a valorização da moeda digital criada no início de novembro.
Imagem ilustrativa.

Tem o mesmo nome da nova variante e o efeito nos mercados é surpreendente. A criptomoeda Omicron atingiu um valor de quase 700 dólares (cerca de 620€) na manhã de segunda-feira, 29 de novembro. Trata-se de um valor cerca de 10 vezes acima do de sexta-feira, de acordo com a plataforma especializada em moeda digital CoinMarketCap, citada pela Lusa.

O nome dado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) à nova variante do novo coronavírus detetada na África do Sul terá impulsionado a valorização da moeda digital, que havia sido criada no início de novembro.

Recorde-se que, para facilitar a discussão sobre as variantes, a OMS utiliza o nome das letras do alfabeto grego (alfa, beta, gama, delta), que é mais acessível a um público não científico e que permite evitar a estigmatização dos países onde as estirpes são descobertas.

No seu site na Internet, adianta a Lusa, os fundadores da criptomoeda Omicron não fazem referência à Covid-19. Explicam que esperam que os seus ativos “possam funcionar como uma moeda capaz de reter o seu poder de compra independentemente da volatilidade do mercado”.

No início do mês de novembro, outra criptomoeda havia vivido um sucesso vertiginoso, antes de colapsar: a “moeda Squid”, que foi criada com tema da série de televisão sul-coreana “Squid Game” por pessoas anónimas.

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