Na cidade

Há mais mulheres a conduzir os autocarros e os elétricos da Carris

Em cinco anos, este número aumentou 64 por cento. Porém, apenas 11 por cento do total de funcionários são do sexo feminino.
Grandes mudanças na empresa.

Se antes podia ser uma carreira tradicionalmente associada aos homens, ser motorista é cada vez mais uma profissão para todos os géneros. O “Público” anunciou este domingo, 6 de fevereiro, que esta mudança de paradigma está a acontecer na Carris, ao mesmo tempo que a visão da sociedade relativamente a este assunto se vai também modificando.

Entre os 2.588 trabalhadores da empresa, 281 são mulheres — ou seja, 11 por cento. Pode ser um número desencorajador, mas é acompanhado por outro valor que mostra uma evolução no sector da transportadora. Quase metade destas funcionárias (47,5 por cento) entrou na Carris desde 2017. Se compararmos com o número verificado há cinco anos, o aumento é de 64 por cento. Porém, o jornal realça o facto de apenas 133 mulheres serem condutoras, do total de 1.800 motoristas ao serviço da empresa.

Na sua maioria, as mulheres desempenham as funções de motorista dos autocarros ou guarda-freio dos elétricos (48 por cento), seguindo-se as áreas administrativas (22 por cento) e os cargos de chefia (12 por cento).

 

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