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Instagram quer que os seguidores de influencers comecem a pagar subscrições

Rede social lança experiência nos Estados Unidos com um pequeno grupo. Acesso a conteúdos e recursos exclusivos estão entre os benefícios.
Vai tudo mudar outra vez.

O anúncio foi feito pelo próprio Mark Zuckerberg nas suas redes sociais. O lançamento de um teste de assinaturas no Instagram começou a ser posto em prática nos Estados Unidos da América esta quarta-feira, 19 de janeiro.

O novo sistema pretende ajudar os criadores de conteúdos a “ganhar mais”, garante o empresário, ao oferecer benefícios aos seguidores mais fiéis, como acesso a lives e stories exclusivos. “Estou animado para continuar a criar ferramentas para os criadores ganharem a vida com trabalhos criativos; e colocar essas ferramentas nas mãos de mais criadores em breve”, concluiu na sua breve publicação.

Launching a test of subscriptions on Instagram in the US today. This will help creators earn more by offering benefits…

Posted by Mark Zuckerberg on Wednesday, January 19, 2022

Nos EUA, onde os testes vão então ter lugar, a “The Verge” explica que se trata, no fundo, de uma experiência de modelo de subscrições pagas que será feito, numa primeira fase, em relação a um pequeno grupo de criadores.

As assinaturas pagas oferecem acesso a conteúdo e recursos exclusivos, como lives e crachás exclusivos para assinantes. Na prática, os fãs ou seguidores pagam, querendo, uma mensalidade aos seus influenciadores favoritos, estilo taxa mensal, para poderem aceder a conteúdo “exclusivo para assinantes” dos criadores que seguem.

Os assinantes também receberão um selo roxo em seu nome, que sinaliza o seu status para o criador e que os destaca, por exemplo, na caixa de comentários. Os níveis de preço vão variar 0,99 e 100 dólares por mês, ou seja pouco menos de um euro a pouco menos de 100 euros; sendo que, segundo a “The Verge”, são os criadores que podem selecionar o preço de suas assinaturas.

Do teste inicial fazem parte 10 criadores, incluindo a jogadora de basquete Sedona Prince, a atleta olímpica Jordan Chiles e a astróloga Aliza Kelly.

Num vídeo publicado no Twitter, o responsável pelo Instagram, Adam Mosseri, explica que as assinaturas são “uma das melhores maneiras” de influenciadores e criadores terem uma remuneração previsível, além de se “aproximarem” dos seu seguidores.

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