Na cidade

Jovens, esta é a melhor forma de começarem já a poupar para uma vida melhor

Com a ajuda da Futuro, é possível fazer uma poupança com um plano de pensões, através de um fundo PPR com vantagens exclusivas.
Está na hora de começar a viver.

“Afinal, para onde é que foi o dinheiro?” Esta é uma das perguntas que repetimos sempre que olhamos para a conta bancária e percebemos que a gestão mensal do orçamento não funcionou como era suposto. O dinheiro e a forma como é gerido reflete-se muito no nosso estilo de vida. Os significados de “caro” ou “económico” vão sempre depender do montante que temos disponível e da poupança que fizemos.

Porém, a dúvida impõe-se: quando devo começar a poupar? O mais cedo possível. Nunca é cedo nem nunca é tarde demais para começar a fazê-lo. Dificilmente os níveis atuais das pensões da Segurança Social se irão manter no futuro e poderão vir a representar apenas metade do seu último salário. Esta é uma razão mais do que suficiente para explicar a todos os jovens que já começaram a trabalhar a importância de iniciarem um plano de poupança-reforma (PPR).

Na verdade, quanto mais jovem for, mais dinheiro conseguirá acumular ao longo do tempo. E com a ajuda da Futuro – SGFP, S.A. (Grupo Montepio), pode individualmente começar a fazer a sua poupança para um plano de pensões só seu, através de um fundo PPR. O objetivo principal é mesmo ajudá-lo a poupar para que possa viver uma vida mais desafogada e, assim, ficar com um complemento de poupança para utilizar em diversas situações.

As vantagens de subscrever um fundo PPR

Além da simples poupança, há várias outras vantagens em fazer um PPR enquanto se é jovem. Ao fim de cinco anos, por exemplo, o valor aplicado no seu PPR pode ser levantado mensalmente para pagamento de prestações de crédito à habitação. Também pode fazer o reembolso em caso de invalidez, doença grave ou desemprego. Mas há mais. Os PPR têm benefícios fiscais – eles entram no pacote das despesas de educação, saúde, entre outros. Se não tem essas despesas, dificilmente conseguirá deduzir valores ao seu IRS.

Além disso, até 20% do valor investido no PPR pode ser deduzido ao IRS. Os PPR podem proporcionar benefício fiscal na subscrição, até ao máximo de 400€, se tiver menos de 35 anos. Se ainda não tem filhos, é saudável e de momento não tem despesas com saúde, educação ou habitação, aqui pode ir buscar uma boa fatia para deduzir no seu IRS.

Os PPR são de baixa tributação. Isto significa que no levantamento é tributado apenas 8% sobre o rendimento gerado (mais valias), desde que não faça um reembolso antecipado, ao contrário de outras poupanças em que o regime de retenção no reembolso pode ir até 28% sobre as mais valias. Pode saber tudo sobre estas vantagens fiscais no site da Futuro.

Condições especiais de adesão no seu primeiro PPR

Se aos 25 anos investir num PPR, poupando 15€ por mês, e a cada ano aumentar a sua poupança em 5%, aos 65 anos já terá acumulado cerca de 38 mil euros*. Agora imagine se aumentar a sua poupança para mais de 15€ por mês.

Para o ajudar, até 31 de março, a Futuro está a promover condições especiais de adesão no seu primeiro PPR. Para saber como pode aproveitar esta campanha e subscrever um dos fundos abrangidos, basta ligar para o número 707 222 222 (atendimento personalizado nos dias úteis, das 8h30 às 17h30) ou utilizar o email apoioclientes@nullfuturo-sa.pt.

Este investimento deve ser utilizado numa perspetiva a longo prazo, com o objetivo de poupar para a reforma, por isso não convém mexer no dinheiro como se fosse uma conta à ordem. Isto porque os fundos PPR não são contas a prazo, ou seja, num fundo de pensões o rendimento é obtido através da valorização das Unidades de Participação detidas (as que o participante compra quando subscreve o fundo).

As Unidades de Participação (UP) têm cotação diária, sendo que todos os dias os clientes podem saber o seu saldo. Para isso, basta ir ao site da Futuro e ver a cotação do fundo que subscreveu e multiplicar pelo número de UP detidas. No entanto, a rendibilidade dos fundos deve ser analisada anualmente uma vez que, a curto prazo, ela é muito volátil e não traduz o mesmo resultado que a cinco, 10, 20 ou 30 anos.

Antes de subscrever qualquer plano, consulte a informação pré-contratual e contratual legalmente exigida. A Futuro existe há mais de três décadas e a qualidade do serviço que presta distingue-a nos últimos dezanove anos em que é líder na obtenção da Certificação da Qualidade.

A Futuro – Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. é uma entidade autorizada, supervisionada e registada na ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões com o n.º 3805.

*Os valores apresentados são apenas uma SIMULAÇÃO, não constituindo qualquer garantia de concretização. A taxa anual de rendimento utilizada – 3,5% – é apenas uma estimativa, podendo não corresponder à rendibilidade anual futura. O valor do montante acumulado indicado está ilíquido da comissão de reembolso e de tributação em IRS. No momento do reembolso, os rendimentos gerados serão tributados em IRS à taxa de 8% desde que se trate de reembolso dentro das condições definidas na lei. No reembolso será aplicada uma comissão de 0% ou 2%, conforme Regulamento de Gestão.

Este artigo foi escrito em parceria com a Futuro.
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