Na cidade

Maioria dos portugueses fica em casa no ano novo — mas há quem planeie festas privadas

Este Ano Novo será bem diferente devido à pandemia mas boa parte dos portugueses já adaptou planos.
O melhor é ficar em casa.

Depois de um Natal com menos restrições, a passagem de ano vai ser bem diferente. Há horários de dever de recolher obrigatórios e limitações à circulação entre concelhos. Isso ajuda a explicar porque é que uma maioria de portugueses já adaptou os planos. Ainda assim, há também quem se esteja a preparar para alguma ginástica logística, para um Ano Novo com direito a festa privada.

A plataforma online Fixando levou a cabo um inquérito, realizado entre os dias 21 e 28 de dezembro, que abrangeu 14.600 utilizadores. O inquérito conclui que as medidas de restrição impostas pelo governo para a passagem de ano vão deixar cerca de 70 por cento dos portugueses em casa.  

Dos restantes, 15 por cento estarão a trabalhar, 4 por cento irá a uma festa privada e outros tantos vão ficar por casa mas com amigos e familiares. Entre os utilizadores que responderam ao inquérito online há ainda 3 por cento não têm planos previstos, e apenas 1 por cento que já fez planos para passar a última noite do ano num hotel. 

O mesmo inquérito abordou outras matérias. Na questão de como encaram o ano de 2021, 60 por cento dos portugueses considera que será um ano “positivo a nível económico e financeiro” e, 68 por cento defende que “será muito positivo a nível social e familiar”.

Em relação aos objetivos a alcançar, 16 por cento pretende adotar hábitos mais sustentáveis, 14 por cento quer procurar ou mudar de emprego, 13 por cento pretende poupar dinheiro, 11 por cento gostava de remodelar a casa e, 10 por cento ambiciona desenvolver um negócio.  Já sobre o balanço de 2020 as opiniões divergem, 38 por cento considera ter sido um ano negativo em termos financeiros, e 37 por cento qualifica como, apesar de tudo, positivo. 

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