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Marcelo Rebelo de Sousa: “As semanas que se seguem têm de ser de esforço coletivo”

O Presidente da República falou ao País esta sexta-feira sobre o Estado de Emergência.
O discurso foi curto e conciso.

Esta sexta-feira, 6 de novembro, a autorização da declaração do Estado de Emergência foi aprovada no Parlamento. A decisão do quarto Estado de Emergência desde o início da pandemia do novo coronavírus, terá sido tomada para tentar travar o avanço da pandemia no País. Embora traga algumas restrições, serão mais ligeiras do que aquelas que foram vistas em março.

“É um Estado de Emergência muito limitado e altamente preventivo”, afirmou o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, num comunicado feito aos portugueses às 20 horas. “As semanas que se seguem têm de ser de esforço coletivo”, indicou, acrescentando que o mês de novembro será mais um teste à contenção dos portugueses.

O Estado de Emergência que entrará em vigor na segunda-feira, 9 de novembro, e se prolongará até pelo menos dia 23, será “reavaliado no final de novembro”. Porém, tudo indica que deverá ser renovado enquanto a pandemia o exigir.

A decisão aprovada com maioria parlamentar favorável de 84 por cento, servirá também para “evitarmos um dezembro mais dramático”, com “limite de circulação a certas horas e dias em municípios de alto risco”. Esta tarde, o governo foi representado por Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna, sendo a primeira vez que um dos Estados de Emergência é aprovado sem a presença do primeiro ministro, António Costa.

Esta sexta-feira foi também o dia com maior número de casos de Covid-19 confirmados em 24 horas — 5550. O número de óbitos nas últimas 24 horas foi de 52.

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