Na cidade

Morreu a Maré, a lontra do Oceanário que era filha de Amália e Eusébio

Era a mais velha da Europa e uma das mais velhas do mundo. Nasceu durante a Expo 98. Tinha 23 anos.
Adeus, Maré

Desde a inauguração, durante a Expo 98, que Amália e Eusébio se tornaram nos habitantes mais famosos do Oceanário de Lisboa. As duas lontras encantaram todos os miúdos — e os adultos que por lá passaram — e deram origem a Maré, a filha que se tornaria numa das lontras mais velhas do mundo.

Foi através das redes sociais que o Oceanário de Lisboa anunciou, esta terça-feira, 1 de junho, a morte da lontra-marinha aos 23 anos. Era a mais velha da Europa e atingiu uma idade inesperada. “Morreu num processo já esperado, tendo em consideração a sua idade avançada, muito além da esperança média de vida (cerca de 15 anos em meio selvagem)”, explica o Oceanário.

A Maré foi pioneira em muitos aspetos. Foi a primeira lontra-marinha a nascer em instituições europeias, 20 dias antes da abertura da Expo 98.

“Não estava nos planos da então jovem equipa do Oceanário abrir as suas portas aos milhares de visitantes do Pavilhão dos Oceanos tendo uma lontra-marinha com poucos dias de vida e a necessitar de cuidados extraordinários”, explica o Oceanário em comunicado, onde revela que durante a inauguração foi necessário isolar Amália e Maré para que pudessem escapar à azáfama dos primeiros dias da exposição.

É com tristeza que hoje comunicamos a morte da lontra-marinha Maré, um dos nossos habitantes mais antigos e…

Posted by Oceanário de Lisboa on Tuesday, June 1, 2021

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