Na cidade

Passe ferroviário alargado a comboios urbanos, interregionais e intercidades

O novo título de transporte custa 49€ e tem validade mensal. Não importa a origem, o destino ou o horário escolhido.
Já está à venda.

Andar de transportes públicos vai passar a ser ainda mais fácil. O Governo aprovou esta terça-feira, 28 de novembro, a proposta de alargamento do passe ferroviário nacional aos comboios urbanos, interregionais e intercidades em determinados trajetos. A medida vai ser implementada até ao final do primeiro semestre de 2024.

Desta forma, mais portugueses vão ter acesso ao serviço de 49€. Este título é carregado sempre em cartão CP, tem validade mensal e está à venda a partir do dia 21 do mês anterior para o qual é válido.

O novo título de transporte entrou em vigor a 1 de agosto, durante a Jornada Mundial da Juventude. Desde então, pode ser utilizado em “qualquer comboio regional, independentemente da origem, do destino e do horário”. Porém, ainda não estavam contempladas todas as modalidades.

Com o alargamento aos comboios urbanos e intercidades, o passe passa a abranger as rotas Viana do Castelo — Barcelos —Famalicão —Braga; Famalicão — Trofa — Santo Tirso — Guimarães; Coimbra — Figueira da Foz; Castelo Branco — Fundão — Covilhã — Guarda; Beja — Casa Branca — Évora e Tunes — Loulé —Faro.

“Este novo recurso disponibiliza aos cidadãos portugueses a possibilidade de viajarem, sem limitações de horários ou restrições de períodos de alta procura, oferecendo assim uma opção de transporte económica e ambientalmente amigável, permitindo aos titulares do passe uma locomoção conveniente e flexível em todo o país”, adianta a empresa.

A proposta, que partiu do Livre, foi aprovada em novembro de 2022. Porém, só em fevereiro deste ano é que o Ministério das Infraestruturas se comprometeu a torná-la numa das “principais prioridades políticas” até ao final do primeiro semestre.

Além desta projeção, o executivo prevê novos diálogos para a revisão e atualização do contrato de serviço público, compensado a CP pela “pela perda de receita e do aumento do custo operacional em virtude do alargamento do Passe Ferroviário Nacional”, lê-se na proposta citada pela TSF.

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