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Na cidade

Prepare-se para a depressão Dora: ondas podem chegar aos 14 metros

Os distritos de Lisboa e Leiria são aqueles em que tem de ter maior cuidado.
Afaste-se do mar.

Afaste-se do mar até às 18 horas da próxima segunda-feira, 7 de dezembro. Até lá, segundo a Autoridade Marítima Nacional (AMN) e a Marinha, a agitação marítima estará agravada.

“A previsão do vento e do estado do mar indica um agravamento excecional das condições meteorológicas e da agitação marítima na costa oeste de Portugal Continental”, pode ler-se no site oficial da AMN.

Estas condições obrigaram o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) a colocar sob aviso vermelho — o mais grave de uma escala de quatro — os distritos de Lisboa e Leiria devido à previsão de agitação marítima forte, na sequência dos efeitos da depressão Dora. O resto da costa portuguesa está em aviso laranja.

O alerta vermelho vai estar em vigor entre as 12 e as 21 horas desta sexta-feira, 4 de dezembro. Preveem-se ondas de noroeste com sete a oito metros, de altura significativa, podendo atingir 14 metros de altura máxima.

A passagem da depressão Dora por Portugal vai também provocar vento forte (com intensidade média superior a 45 quilómetros por hora e rajadas superiores a 75 quilómetros por hora), precipitação, neve e descida da temperatura.

A Autoridade Marítima Nacional e a Marinha reforçam a recomendação, em especial à comunidade piscatória e da náutica de recreio que se encontra no mar, para o eventual regresso ao porto de abrigo mais próximo e a adoção de medidas de precaução.

Recomenda-se ainda o reforço da amarração e vigilância apertada das embarcações atracadas e fundeadas, devem evitar-se passeios junto ao mar, de onde se destacam os molhes de proteção dos portos.

“À população em geral que frequente as zonas costeiras, aconselha-se que se abstenham da prática de passeios junto à orla costeira e nas praias, bem como da prática de atividades lúdicas nas zonas expostas à agitação marítima, sendo essencial que seja assumida uma postura preventiva evitando a exposição desnecessária ao risco”, diz a AMN, acrescentando que também desaconselha a pesca lúdica, em especial junto às falésias e zonas de arriba nas frentes costeiras atingidas pela rebentação das ondas.

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