Na cidade

Prepare-se para lidar com a fofura: há uma nova lontra para conhecer no rio Minho

Nasceu em cativeiro e, por enquanto, ainda não tem nome. Veio juntar-se à Eureca, ao César e ao Einstein.
Chegou ao Aquamuseu na terça-feira.

O Aquamuseu do rio Minho, em Vila Nova de Cerveira, tem uma nova inquilina: uma cria de lontra fêmea. Chegou na passada terça-feira, 9 de agosto. Embora ainda não tenha nome, esse deverá ser decidido em breve, segundo o diretor Carlos Antunes.

Aquele espaço já abriga vários destes mamíferos. O primeiro foi César, que chegou lá em 2006, oriundo de um jardim zoológico de Colónia, Alemanha. Três anos mais tarde ganha uma nova amiga, a Eureca, que desta vez veio das lagoas de Santo André, em Sines. Já em 2010 foi Einstein que se juntou ao Aquamuseu. Segundo o responsável, as lontras têm um tempo médio de vida de “treze a quinze anos”, conta ao “Jornal de Notícias”.

“Nascida em cativeiro no dia 1 de junho de 2020 e filha de um casal de lontras oriundas de Alcobaça, a lontra fêmea encontra-se agora em fase de adaptação ao seu novo habitat”, explica, desta vez, o gabinete de comunicação da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira.

Acrescentam que o objetivo do estabelecimento é “sensibilizar o público que o visita para a importância da qualidade da água e das margens dos rios e dos ribeiros para a sobrevivência das lontras, bem como alertar para os riscos associados à introdução de mamíferos exóticos que competem com esta espécie, como é o caso do visão americano”.

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