Na cidade

Quase 100 festas ilegais interrompidas pela polícia desde janeiro

PSP e GNR acabaram com 92 ajuntamentos. Maioria dos participantes eram jovens, muitos deles menores.
Demasiadas festas.

Desde que foi decretado o novo período de confinamento, a 11 de janeiro, a PSP e a GNR já interromperam quase uma centena de festas que decorriam de forma ilegal. De acordo com os elementos fornecidos por estas forças de segurança à “Lusa”, aqui citada pelo “Observador”, a PSP detetou 75 festas ilegais, enquanto a GNR travou 17 convívios que violavam o dever geral de confinamento, num total de 92 eventos.

Entre estas festas, contabiliza-se um casamento, com 146 participantes, revela a “Lusa”. Segundo a PSP, os eventos travados por esta força de segurança não cumpriam as regras em vigor de saúde pública no âmbito do Estado de Emergência, em que estão proibidos os ajuntamentos e aglomerações de pessoas.

A PSP revela ainda que, nas primeiras semanas, as festas decorriam maioritariamente em restaurantes, discotecas ou na rua, mas que atualmente, os eventos acontecem essencialmente em casas particulares. 

No caso da GNR, as festas interrompidas realizaram-se maioritariamente em moradias, mas foi também detetada uma rave e uma festa que decorriam numa praia fluvial. 

À “Lusa” as forças de segurança referem ainda que as festas são descobertas devido a queixas relacionadas com o barulho e que decorrem em ambientes em que não se cumprem quaisquer regras de distanciamento social. O uso de máscara também costuma ser colocado de lado entre os participantes nestas festas.

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