na cidade

Afinal, as rendas acessíveis podem chegar a mil euros

O apoio ao arrendamento foi aprovado em Conselho de Ministros e previa que as famílias com rendimentos inferiores a 1715€ mensais teriam direito a inscrever-se no programa.

Ao que parece, as rendas acessíveis prometidas pelo Governo podem não ser assim tão acessíveis quanto isso. Segundo escreve o “Jornal de Notícias”, uma família com um filho que esteja à procura de uma casa com dois quartos ao abrigo do programa de arrendamento acessível deverá pagar até 900 euros mensais no Porto e 1050 euros em Lisboa. 

Tal como escreve a mesma publicação, é este o valor máximo que deverá ser cobrado às famílias que se candidatem ao 1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação e que, tal como previsto, não devem ter rendimentos superiores a 1 715€ mensais. Além disso, o programa obriga a que cada contrato deve ser de três anos, no mínimo. 

No entanto,  de acordo com o “JN”, o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) espera que as rendas estabelecidas sejam bastante inferiores a estes valores.

O programa pretende também proteger os estudantes universitários sendo que um quarto não poderá custar mais de 360€ em Lisboa e 300€ na região do Porto. 

O Governo pretende que em menos de dez anos estejam disponíveis 100 mil casas para arrendamento acessível ao abrigo do programa. Para isso, os proprietários que aderirem ao programa terão alguns benefícios como a possibilidade de contraírem um empréstimo bonificado para compra, construção ou reabilitação de um imóvel entre outras vantagens fiscais.

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