Na cidade

Traje académico vai deixar de ter género na Universidade do Minho

O órgão responsável pela praxe revelou que os estudantes agora já podem escolher o traje com o qual se identificam mais.

No passado dia 5 de julho, o órgão que lidera a praxe na Universidade do Minho, o Cabido de Cardeais comunicou através do seu site que, a partir de agora, qualquer estudante passaria a ter a liberdade de envergar o traje académico com que se identificasse mais, fosse feminino ou masculino. 

Esta decisão apela não só à inclusão e aceitação, como à entreajuda e união dos alunos universitários. Já que a própria criação deste vestuário tem como base “atenuar qualquer tipo de diferença pessoal, social e económica” entre todas as pessoas que o vestem, refere o órgão Cabido de Cardeais, em comunicado na sua plataforma online.

Isto significa que o traje passou a não ter diferença de género naquela universidade. No entanto, ninguém poderá misturar peças de ambos, ou seja, terão de optar sempre ou pelo traje masculino ou pelo traje feminino.

Segundo o órgão máximo da praxe minhota, esta regra vem reforçar ainda mais a máxima de que todos os estudantes são diferentes, “mas com um sentimento justamente igual: um sentimento de pertença a algo maior que todos nós”. 

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