Na cidade

Alojamentos e restaurantes fechados em Odemira criam onda de apoio a imigrantes

Associação Casas Brancas está a promover a recolha de fundos e alimentos para os mais necessitados durante a cerca sanitária.
Milfontes tem ajudado.

A Casas Brancas — uma Associação de Turismo de Qualidade do Litoral Alentejano e Costa Vicentina, com mais de 60 associados entre Turismos Rurais, restaurantes e atividades turísticas —, criou uma ação solidária para ajudar os imigrantes de Odemira que ficaram impossibilitados de trabalhar devido à cerca sanitária.

Em apenas 24 horas, a Casas Brancas angariou mais de uma tonelada de alimentos, desde farinha a arroz, atum, azeite, bolachas, leite, entre muitas outras coisas e entregou cerca de 300 cabazes aos imigrantes da região.  

Segundo adianta a associação em comunicado, a Ghost juntou-se a este movimento, numa onda de solidariedade que pretende alargar ao resto do País. Para mais informações sobre como ajudar pode contactar a Junta de Vila Nova de Milfontes, através de freguesia@nulljf-vnmilfontes.pt. 

Já esta sexta-feira, 7 de maio, o presidente da junta de Milfontes disse, citado pela Lusa, que a cerca sanitária nas freguesias de São Teotónio e de Almograve fez disparar a procura de apoio por parte da população de imigrantes em Vila Nova de Milfontes.

A Loja Social da Junta de Freguesia de Milfontes apoia a população carenciada da freguesia através de “um banco alimentar que distribui cabazes”, mas também “roupas que são doadas, lavadas, passadas a ferro e entregues, utensílios para casa”, providenciando ainda este tipo de ajuda de emergência.

Os bens têm sido doados por uma empresa agrícola da região, mas sobretudo pela Associação Casas Brancas, disse então o autarca, elogiando este “grupo de empresários de turismo” do concelho de Odemira que, “apesar de sofrerem há bastante tempo com a pandemia, têm sido solidários e conseguido ajudar”.

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