Na cidade

Vem aí o “festival familiar, inclusivo e sustentável” na Lagoa de Alvão

De 12 e 13 de julho, Vila Pouca de Aguiar recebe o ARTiMANHA. Durante dois dias, há música ao vivo e muito mais.
Há atividades para toda a família.

A Barragem da Falperra, mais conhecida como Lagoa do Alvão, está situada a cinco quilómetros de Vila Pouca de Aguiar, no distrito de Vila Real. Construída nos anos 50 do século XX e alimentada pelo rio Torno, as suas margens são repletas de bétulas, salgueiros, avelaneiras e pinheiro-bravo, proporcionando um ambiente ideal para atividades ao ar livre como caminhadas, passeios de bicicleta e observação de aves.

Para quem deseja fugir ao bulício urbano, a Lagoa do Alvão recebe o ARTiMANHA, nos dias 12 e 13 de julho, um “festival familiar, inclusivo e sustentável”. A programação inclui música ao vivo, teatro, artes circenses, aulas de ioga, entre outras atividades. 

Criado em 2019, com o objetivo de envolver a comunidade no mundo artístico, a edição deste ano do evento que “Traz Arte aos Montes”, foca-se na natureza e sustentabilidade, deslocando o evento da vila para a praia fluvial, junto das montanhas. O destaque deste primeiro dia vai para atuação da banda Crua, com música tradicional, às 22 horas. 

As atividades arrancam na sexta-feira, 12 de julho, pelas 16 horas, com uma tertúlia sobre “Natureza e Sustentabilidade”. O DJ Max Bubu and Friends serão os responsáveis pela animação do sunset, a partir das 19 horas. No sábado, 13, destacam-se os concertos de Ana Lua Caiano, às 22 horas, e o espectáculo dos Olive Tree Dance, com sonoridades latinas, afro-brasileiras e jazz, misturadas com techno, a partir das 23h30.

Stand-up padel e canoagem na lagoa, jogos tradicionais de madeira e aulas de ioga para os mais novos são outros dos pontos altos do cartaz de dois dias, que inclui residências artísticas, oficinas criativas e sessões de teatro.

“Consideramos que a arte e a cultura podem igualmente ser implementadas na natureza, daí levarmos o ARTiManha – Festival de Artes até ao elemento água, em plena Serra do Alvão, tocando em pontos fulcrais da identidade e ruralidade do território”, refere o diretor artístico da iniciativa, José Miguel Carvalho.

Os bilhetes já estão disponíveis online e têm um custo de 18€ para os dois dias. 

 
 
 
 
 
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