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“We are fucking pirates”: 2023 está a ser o melhor ano de sempre da MadMen

O diretor-geral do grupo de comunicação que detém a NiT explica a evolução do negócio ao longo deste semestre — e como os resultados continuam a superar as expetativas.
A MadMen continua a crescer.

É difícil continuar a definir metas ambiciosas quando os resultados ultrapassam os objetivos a que nos propomos. Mas esta tem sido a história da MadMen nos últimos anos, fruto de uma estratégia totalmente focada em resultados nas várias dimensões do grupo. Para o arranque de 2023, definimos quatro grandes objetivos internos: sustentação editorial, expansão internacional, migração do digital e reforço comercial. Alguns destes projetos revelaram-se um verdadeiro desafio para a equipa, que teve de se renovar e aprender ferramentas completamente novas. Outros significaram um esforço extra para ir além do ponto em que estávamos — e que já era muito alto.

No final, fizemos o mesmo de sempre: esmagámos a concorrência, criámos conteúdos totalmente originais e reforçámos a nossa identidade. Como disse o Logan Roy: “We are fucking pirates”.

Em janeiro, a NiT bateu o recorde da nossa maior audiência de sempre. Todos os projetos editoriais da MadMen são medidos pelo Google Analytics e auditados pela Marktest, a única agência oficial de medição de audiências em Portugal. E os resultados são absolutamente esmagadores. A NiT tem mais leitores por mês do que o dobro da soma de todos os outros sites concorrentes neste segmento.

Se olharmos para a lista completa do Netscope — o ranking com todos os sites auditados pela Marktest —, a NiT foi neste primeiro trimestre o quinto site mais lido no País. Temos mais audiência mensal do que as newsmagazines, revistas de social, jornais desportivos, económicos ou outros títulos de referência.

Em fevereiro, concluímos o nosso primeiro projeto internacional: a RadioPlay Digital. Por vários motivos, hoje em dia, ainda existem mais ouvintes de rádio do que espectadores de televisão em Angola. Porém, quase todas as estações mantêm-se apenas e só em frequência, sem presença no digital — e, por isso, sem capacidade para colocarem a programação online.

Perante este cenário, a MadMen desenvolveu uma plataforma digital que permite às estações carregarem os seus conteúdos num único site que está disponível para toda a gente. A adesão das rádios e dos produtores de conteúdos foi massiva — e a plataforma disparou. Graças à RadioPlay, milhares de angolanos passaram a ouvir os podcasts favoritos em qualquer altura e em qualquer lugar. Esta rotina parece-nos tão simples, mas a verdade é que foi uma novidade com um impacto direto na qualidade de vida daquele país.

Em março, realizámos a primeira gala ao vivo de entrega dos Prémios NiT. Durante vários meses, a redação da NiT escolheu os 80 projetos nacionais que mais se destacaram em várias áreas de lifestyle. No final, deixámos os leitores votarem nos finalistas das respetivas categorias e decidirem quem merecia vencer o Townie. Foi a maior festa de celebração de lifestyle do ano, com um Teatro Tivoli BBVA cheio de convidados, nomeados e parceiros. Em casa, dezenas de milhares de espectadores assistiram à cerimónia por streaming. Para o ano estaremos de volta com os Prémios NiT 2024.

Em abril, fechámos o projeto da nossa sexta revista regional New in. Depois de Oeiras, Seixal, Setúbal, Coimbra e Porto, a MadMen vai continuar a seguir a sua estratégia de descentralização da capital, caminhando no sentido de chegar efetivamente aos portugueses que moram no resto do País. Não pretendemos apenas produzir mais conteúdos sobre estas cidades ou regiões, queremos construir redações nestes locais para que os jornalistas e videógrafos escrevam sobre as novidades que abriram, os spots que frequentam ou as sugestões que conhecem. Queremos equipas que trabalhem nos sítios onde vivem, rodeadas pelas famílias e amigos. É este o verdadeiro espírito da descentralização.

Em maio, assinámos o nosso maior contrato comercial até agora, resultado direto da forma como as marcas olham para os produtos deste grupo e querem, cada vez mais, ser nossas parceiras. Ao contrário do que acontece noutras empresas de media, na MadMen criamos novas revistas em vez de fechá-las; contratamos mais jornalistas em vez de demiti-los; aumentamos ordenados em vez de cortá-los. E fazemos tudo isto com uma gestão equilibrada e rigorosa, mas sempre com uma enorme ambição: queremos ser tão grandes quanto os maiores.

Se tudo isto não chegasse, pelo meio lançámos ainda a PiTmatch, que, em conjunto com a PiT, tem ajudado literalmente a salvar as vidas de centenas de animais abandonados pelas famílias. A plataforma é gratuita e funciona como uma espécie de rede social, em que todos os perfis — individuais ou de associações — têm de ser validados pela nossa equipa antes do registo. A partir dessa validação, os utilizadores passam a ter acesso um conjunto de serviços, como editar o próprio perfil, seguir outras pessoas, adicionar animais às listas de favoritos, colocar um animal para adoção ou indicar que pretendem adotar aquele cão ou gato. É ainda possível fazer match com outros tutores para falar com eles em privado numa sala de chat da plataforma.

Tem sido um privilégio trabalhar com esta equipa eternamente insatisfeita, incansável e com uma vontade gigantesca de ganhar. Obrigado a todos os leitores e parceiros.

Vivemos tempos excitantes.

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