Acordar sem despertador, sem horários ou compromissos, com tranquilidade e ao som dos pássaros. É este ambiente de relaxe e descanso que alguns alojamentos, situados no meio da natureza, querem proporcionar aos hóspedes. Nos últimos dois anos, surgiram vários espaços pelo País que apostam num novo conceito que tem vindo a ganhar cada vez mais força: o detox digital.
Nos últimos meses, a NiT contou a história do nascimento de projetos como o sollō cabins, o Hiide Cabins e a expansão da TerraCabins. Em todos, o objetivo é simples: proporcionar uma escapadinha longe dos centros urbanos, especialmente dedicados a quem quer deixar os aparelhos tecnológicos à porta.
A prática é comum em países como a Suíça e a Austrália, onde os residentes têm o hábito de se fugirem para refúgios na natureza por longas horas ou até dias, sem acesso à Internet e a utilizar aparelhos eletrónicos apenas para tirar fotografias ou ver mapas.
Por cá, só nos últimos anos, com a abertura de projetos nacionais dedicados a este conceito, é que os portugueses começaram a arriscar experimentar este tipo de estadias. À chegada, os hóspedes são convidados a deixar os aparelhos eletrónicos como telemóvel e computador numa caixa até ao último dia.
Nas cabanas, que costumam ter localizações secretas que só são reveladas após a reserva, encontram um guia de atividades que podem ser feitas ao ar livre, como trilhos e piqueniques, ou até mesmo no interior da cabana, disponibilizando jogos, livros, entre outros. O objetivo é desligar por completo.
Por outro lado, os glampings e os domes (também conhecidos como cúpulas) têm também servido para este propósito — embora não tenham sido criados com isto em mente. Ainda assim, cada vez mais casais optam por escapadinhas românticas nestes alojamentos, para se reconectarem-se entre si e com a natureza.
A NiT fez uma lista com oito sugestões de alojamentos por todo o País, incluindo as ilhas, para testar o detox digital. Carregue na galeria para conhecê-las.

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