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Paraíso na Ilha do Pico: as Lava Homes estão com uma promoção imperdível

"Como nenhum outro lugar na terra", lê-se nas críticas dos hóspedes. No mês dos namorados, há noites grátis para aproveitar.
A incrível piscina.

As Lava Homes são um dos segredos mais bem guardados de Portugal. Estas 14 casas de alojamento cravadas numa encosta, com vista para o mar, na Ilha do Pico, Açores, oferecem uma experiência normalmente idílica. Que o digam os hóspedes que, no Tripadvisor, lhe dão uma classificação de 5 em 5, além de atributos como “Paraíso”, ou “Como nenhum outro lugar na terra”,

No próximo mês de fevereiro, em que se assinala o dia dos Namorados, as Lava Homes vão ter uma promoção que pode ser a oportunidade para descobrir o motivo de tanta magia. No âmbito da campanha, válida de 7 a 21 de fevereiro, em estadias mínimas de duas noites, a segunda é oferecida.

Para estadias mais longas, a última noite é sempre oferta e, após a primeira, as seguintes terão um desconto de 50 por cento. Ou seja, se a estadia for, por exemplo, de três noites, a segunda é paga pela metade e a terceira é gratuita.

A oferta inclui ainda pequeno-almoço e a possibilidade de receber uma massagem de casal ou individual. Pode ainda participar nas aulas de ioga, mediante a disponibilidade. A 14 de fevereiro (ou noutro dia da estadia em que seja mais confortável), os casais têm acesso a um almoço/jantar com um menu especialmente preparado para esta data.

Abertas em 2018, as Lava Homes são uma pequena “aldeia” turística com 14 casas individuais e uma incrível infinity pool, sala de ioga e restaurante, situada numa escarpa acentuada na Terralta, na Freguesia de Santo Amaro.

Tal como a NiT já lhe relatou, tudo começou uns anos antes, quando, no verão de 2015, Benedita Branco — que é natural de Aveiro — teve o sonho de construir uma pequena aldeia na Ilha do Pico, ideal para férias de famílias.

“Eu venho para aqui há 40 anos, desde os 15, porque tinha então um namorado cujo pai era daqui; depois acabei por comprar casa e há cerca de sete anos comecei a pô-la no Airbnb: uma casa de pedra que recuperei integralmente, rasguei janelas para o mar, piscina aquecida e descobri que era uma fórmula fantástica: está sempre cheia”, explicava aquando da inauguração.

A génese do projeto surgiu assim e depois foi-se construindo. Ao escolher o local, toda a zona na freguesia de Santo Amaro, a Terralta, parecia a aposta perfeita pelo facto de ter ainda muito pouca oferta de alojamento e um enquadramento paisagístico único, património cultural e envolvente ambiental, onde predominam a calma e a tranquilidade, incluindo as piscinas naturais do Portinho e do Caisinho e o parque de merendas da Furada. Havia ainda várias ruínas que podiam ser aproveitadas.

Se fazer um resort seria o passo mais lógico e prático e permitiria usar mais área, para declarar os alojamentos como resort, Benedita teria de comprar no mínimo seis casas — um investimento maior do que o previsto. “Comecei a perguntar aos meus amigos quem queria investir e oito aceitaram: acabámos por comprar mais terrenos e por fazer as 14 casas”, contou.

E também um restaurante, o MAGMA. “Porque há pouca restauração na ilha. Há muito interesse e turismo mas a ilha ainda tem de dar uns passos nos serviços porque já tem muita aventura, baleias, caminhadas, mas faltam pastelarias ou restauração”.

As casas são 14 bungalows, mas há um relacionamento muito personalizado com os hóspedes, acrescenta a proprietária: “Pedimos a reciclagem do lixo, a consciência ecológica na utilização da água, e no Airbnb há mais essa ligação, há troca de mensagens ainda antes da chegada para ficar tudo claro, etc. Isto, no fundo, é uma pequena aldeia, com restaurante, mercearia, piscina aquecida e estúdio de ioga.”

E tem 420 espécies de plantas. “É quase um pequeno jardim botânico, feito pela minha mãe e leva-se praticamente dois dias só para vê-las. Por isso não queria aquele cliente que vem a correr”. Além do MAGMA”, temos demonstrações da confeção de bolo de milho, queremos levar as pessoas à pesca da pedra, é um tipo de férias que é mais uma experiência.”

O resort foi projetado pelo escritório de arquitetura português Diogo Mega Architects com energia renovável e materiais de origem local. As unidades de alojamento, espalhadas em socalcos, dividem-se em três casas de tipologia T1, oito T2 e três de tipologia T3, “mais pequeninas e românticas”. Além da mercearia, sala de ioga e restaurante, o ponto mais alto é a piscina exterior — é aquecida, infinita e tem uma cascata.

De seguida, carregue na galeria para conhecer melhor estas incríveis casas na Ilha do Pico, Açores.

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