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A “Cidade dos Deuses” do México reabre aos turistas, cinco meses depois

Um dos destinos favoritos de visitantes fascinados por história e arqueologia está de volta, ainda que de forma faseada.
A área é património da UNESCO.

O seu nome significa “Cidade dos Deuses”, os seus templos e pirâmides são património mundial da UNESCO desde 1987 e atraem milhões de turistas todos os anos. Teotihuacan, um dos principais destinos turísticos do México, reabriu os seus monumentos aos visitantes na passada semana,  mais de cinco meses depois do encerramento total por causa da pandemia do novo coronavírus.

Segundo a “Reuters“, a abertura acontece ainda assim de forma faseada: a principal zona arqueológica da cidade será limitada a três mil visitantes por dia, dois dos museus permanecem para já fechados e há verificações de temperatura e imposição do uso de máscaras aos turistas. “Acho que é muito importante para a economia e para o turismo que as pessoas continuem a aproveitar lugares como este”, disse um turista espanhol à agência.

Teotihuacan fica a cerca de 50 quilómetros da Cidade do México, e parte da sua mística tem a ver com saber-se muito pouco sobre a sua origem e o seu passado. É certo que é considerada a sexta maior cidade antiga do mundo e alguns especialistas acreditam que a metrópole de cerca de 100.000 pessoas enriqueceu entre 100 aC e 550 dC, graças a uma economia dedicada ao artesanato e produção de artefactos.

Depois da abertura já começam a chegar os primeiros turistas, ainda que de forma cautelosa. O México sofreu um embate forte da pandemia do novo coronavírus, sendo atualmente o sétimo país com mais casos confirmados: mais de 650 mil e perto de 70 mil mortes, desde março. No entanto planeia uma abertura faseada ao turismo, para tentar revitalizar a economia local.

 

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