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A terceira cidade do mundo com melhor qualidade de vida é portuguesa

Lisboa subiu quatro lugares, face aos resultados de 2021, no ranking da prestigiada revista “Monocle”.
Fotografia: Claudio Schwarz no Unsplash.

Várias características unem Helsínquia (Finlândia), Estocolmo (Suécia), Tóquio (Japão), Viena (Áustria) e Sidney (Austrália). Todas estas metrópoles estão, por exemplo, entre os destinos mais procurados por turistas de todo os pontos do globo.

De acordo com a revista “Monocle”, igualam-se também por proporcionarem menos qualidade de vida do que Lisboa. A capital portuguesa ocupa o terceiro lugar num ranking com 25 cidades, sendo apenas superada por Copenhaga (Dinamarca) e Zurique (Suíça), que conquistaram, respetivamente, a primeira e a segunda posição.

As “suas excelentes condições climatéricas”, a “crescente qualidade da oferta turística”, o “charme das comunidades que nela habitam” e a “beleza e diversidade paisagística” são alguns dos aspetos que destacaram a maior urbe do País na avaliação da importante publicação. 

Segundo o comunicado de imprensa do Turismo de Lisboa, “a capacidade de recuperação e retoma”, bem como “a sua dinâmica de empreendedorismo”, foram igualmente importantes para alcançar o terceiro lugar do pódio. Face aos resultados de 2021, a capital subiu quatro lugares. Estava em sétimo no ano passado.

“Ser uma das três cidades do mundo com melhor qualidade de vida revela a audácia e a ambição com que temos trabalhado. Este é o reconhecimento de Lisboa como cidade cada vez mais atrativa e qualificada. É o resultado de uma melhor oferta ao nível das infraestruturas e serviços, a par da hospitalidade que tanto nos caracteriza”, comentou Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal, na sequência da distinção.

Carregue na galeria para descobrir as cidades que preencheram o top 10 de destinos distinguidos pelas admiráveis condições de qualidade de vida que oferecem aos habitantes e a quem os escolhe para uma (ou várias) visitas. Estes foram compilados pelos editores e colaboradores internacionais da revista, que analisaram, entre outros dados, taxas de criminalidade, tempos de resposta de ambulâncias e desigualdades salariais.

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