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Amesterdão fecha Red Light District para evitar contágio por Covid-19

O bairro mais famoso da capital holandesa estava cheio, o que obrigou as autoridades a agir.
Fica na capital holandesa.

Com o desconfinamento, o Red Light District, o bairro mais famoso de Amesterdão voltou a receber os trabalhadores do sexo, nome pelo qual são conhecidas as pessoas que se dedicam a estas  atividades legais na Holanda. No entanto, as autoridades foram obrigadas a intervir.

Segundo a imprensa internacional, este sábado, 18 de julho, os visitantes não estavam a respeitar as normas para evitar o contágio pelo novo coronavírus, como o distanciamento local. Por isso, garante o “NL Times”, a polícia “fechou muitas das pequenas vielas do bairro e converteu várias ruas em passagens pedonais de um só sentido”.

Também nessa noite, as autoridades deixaram mensagens no Twitter a apelar para que não visitassem aquele bairro. “Está demasiado concorrido”, escreveram.

O Red Light District voltou à normalidade no dia 1 de julho. Embora não tenham sido divulgadas regras oficiais de higiene e segurança, Mark Rutte, primeiro-ministro holandês, referiu na altura que “se trata de um trabalho de contacto próximo como cabeleireiros ou massagistas, por isso terão que tentar perceber antecipadamente se os clientes têm sintomas”. 

Sem mais informações adicionais, o britânico “Daily Mail” revela que o sindicato de trabalhadores do Red Light District aconselhou o uso de máscaras e luvas durante todas as sessões de sexo, que não deverão permitir beijos ou sexo oral. O encerramento durante os últimos meses deixou inúmeros trabalhadores do sexo numa situação económica frágil, razão pela qual foi pedida a reabertura antecipada do bairro. 

A Holanda tem mais de 51 mil infetados até à data. Já morreram mais de 6100 pessoas com Covid-19 neste país.

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