Viagens

China quer comissários de bordo a usar fraldas para reduzir o risco de contágio

Aconselham também aos tripulantes de cabine o uso de luvas, óculos e roupa de proteção.
Exceto os pilotos.

A agência reguladora de aviação da China aconselhou aos assistentes de bordo que começassem a usar fraldas em voos de e para destinos com risco elevado de Covid-19, evitando assim o uso das casas de banho e, por consequente, diminuindo o risco de contágio. 

A recomendação faz parte de uma lista de diretrizes com 38 páginas, que foi aprovada no final do mês passado, como parte de outras medidas preventivas que incluem o uso de máscara, luvas, óculos de proteção, roupas apropriadas e também protetores de sapatos. Quanto aos pilotos, devem usar exatamente a mesma proteção, exceto as fraldas. 

Os voos em causa são os que se destinam à China, e que partem de regiões e países onde a taxa de infeção por Covid-19 é superior a 500 por cem mil habitantes. Por exemplo, em Portugal, segundo consta o Centro Europeu para o Controlo de Doenças (ECDC), a taxa de infeção a 14 dias é de 533,4. 

Porém, as companhias aéreas continuam a sustentar a tese de que viajar de avião é seguro e de que reúnem todas as condições.  

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