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Golfinhos e baleias correm risco “real e iminente” de extinção

Mais de três centenas de cientistas de todo o mundo fizeram um apelo para proteger as espécies.
O perigo é real

“Que este seja o momento histórico em que percebemos que as baleias estão em risco e que isso acenda uma poderosa onda de ação de todos: reguladores, cientistas, políticos e até do público, para salvarem os nossos oceanos”, revelou à “BBC” Mark Simmonds, investigador da Universidade de Bristol e um dos coordenadores do documento que procura alertar para o perigo de extinção destas espécies, não só de baleias como de golfinhos.

Ao papel juntaram-se centenas de assinaturas de cientistas preocupados com as extinções que consideram ser perfeitamente evitáveis. A ação para isso tem, no entanto, de começar já.

Os autores avançam os exemplos da baleia do Atlântico Norte, espécie da qual restam apenas algumas centenas de animais. Pior sucede com a vaquita, uma espécie de golfinho do Golfo da Califórnia, e da qual sobrevivem apenas cerca de dez exemplares.

Afirmam também que mais de metade das espécies de baleias, golfinhos e botos estão numa fase preocupante de conservação. Perante isto, recomendam uma maior monitorização das espécies, mas também da criação de novas medidas para detetar ameaças e evitar acidentes que resultem em mortes, como a captura acidental em redes de pesca — que causa milhares de mortes por ano.

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