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Viagens

Pesquisas e reservas de viagens dispararam com as notícias de vacinas

No próprio dia em que a Pfizer anunciou as novidades, a Skyscanner registou um forte aumento de procura e marcações.
Muitos já sonham com viagens.

O mundo espera coletivamente por uma ajuda da ciência que ponha fim a uma crise sanitária e económica sem precedentes. Individualmente, enquanto cada um gere da melhor maneira possível a situação pandémica e o confinamento, é inevitável sonhar já com a altura em que tudo melhorará e alguma normalidade regressará. Tal como os grandes eventos ao ar livre, os convívios e as viagens sem dilemas ou uma enorme logística e planeamento.

Com as potenciais vacinas contra o coronavírus em fases mais avançadas, a esperança num fim da crise à vista aumentaram. E concretizaram-se, literalmente no próprio dia, em ações: como nas pesquisas e reservas de viagens. Sobretudo no país mais fustigado do mundo pela pandemia e também o local de origem das primeiras vacinas, os Estados Unidos da América.

Segundo a plataforma de viagens Skyscanner ao “Insider“, a 9 de novembro de 2020, quando a notícia da vacina promissora da Pfizer chegou ao mundo, as pesquisas por viagens de ida e volta em classe económica dos EUA aumentaram logo 39% em comparação com o dia anterior. As reservas aumentaram 25%.

Da mesma forma, a 16 de novembro de 2020, quando chegaram as notícias da vacina Moderna, as pesquisas por viagens de ida e volta em classe económica dos Estados Unidos aumentaram 63% em comparação com o dia anterior. As reservas aumentaram 17%.

E se, na primeira data, as pesquisas foram mais vocacionadas para o mercado interno, na segunda já houve uma mudança: destinos internacionais como Londres e Munique passaram a ser os mais procurados.

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