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Por favor, não grite: as novas medidas dos parques de diversões japoneses

As temperaturas do corpo devem ser verificadas regularmente, as mãos higienizadas e as máscaras usadas sempre que possível.
As atrações exteriores são encorajadas.

Os parques de diversões no Japão estão a reabrir gradualmente depois do seu encerramento ter sido imposto pelo governo para travar a pandemia do novo coronavírus — alguns espaços começaram a fechar em fevereiro. No entanto, o regresso à atividade vem acompanhado de uma série de medidas preventivas.

Quando o estado de emergência foi levantado no final de maio, um grupo de operadores de parques de diversões desenvolveu um conjunto de orientações para garantir a segurança do staff e dos visitantes, mas há uma que deixou todos surpreendidos: ninguém deve gritar para evitar que o vírus se propague.

Estas diretrizes encorajam o uso de todas as atrações que se encontrem no exterior e dizem ainda que é difícil para alguns elementos do staff obedecerem ao uso das máscaras, como por exemplo aqueles que têm papéis de entretenimento, incluindo nas casas assombradas. Nestes espaços, os colaboradores devem manter sempre uma distância de pelo menos um metro dos visitantes.

As temperaturas do corpo devem ser verificadas regularmente, as mãos devem ser higienizadas e as máscaras usadas sempre que possível. Também o serviço ao cliente vai acabar por sofrer, uma vez que as conversas devem ser mantidas curtas e concisas.

Estas medidas foram desenvolvidas pelas associações japonesas de parques de diversões, que incluem mais de 30 espaços espalhados pelo país, incluindo o Universal Studios Japan, a Disneyland de Tóquio e o DisneySea.

Além destas diretrizes, alguns parques instituíram medidas próprias, como no caso do Fuji-Q Highland, perto do Monte Fuji, que só abrirá as atrações de exterior e vai aceitar apenas visitantes das áreas próximas. 

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