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O Moleskine ainda é o melhor caderno de viagens — e a sua incrível história explica porquê

Nos dias que correm há apps, mapas, agendas e cadernos virtuais, mas para muitos ninguém derruba a marca do posto de melhor amigo do viajante.

Os Moleskines e o livro que tudo começou.

Quem é fã convicto dos Moleskine conhecerá de certeza um pouco da sua história. Saberá, por exemplo, que o tecido que lhe dá nome não é usado, mas sim um cartão duro impermeável, que se tornou famoso em todo o mundo devido a um escritor de viagens e que continua a ser uma ferramenta crucial para milhões de pessoas, em mais de 100 países, nas suas viagens e no dia a dia. Ele continua a ser um resistente às apps, smarpthones e tablets desta vida por ser o que na verdade o caracteriza — um símbolo de estilo, de originalidade, de ligação à escrita e ao tradicional.

O que muitos talvez não saibam é que o negócio milionário do simples caderno de notas preto e branco produzido pela empresa italiana com o mesmo nome continua a florescer. E que mesmo, no segmento das viagens onde a variedade de opções de registo é ilimitada, está hoje, mais do que nunca, imparável. São mais de 700 os acessórios, ou quase gadgets, lançados pela empresa para viajantes e associados ao caderno, incluindo estojos, malas para proteção, luzes de leitura LED portáteis, bolsas de prender ao cinto, lapiseiras e canetas mecânicas. Até existem cafés Moleskine, em Pequim, Hamburgo, Genebra e Milão.

O Café Moleskine em Milão, desenhado num caderno (com o Cafe Moleskine em Milão atrás).

Em 2006, aos cadernos de rascunho, aos diários e aos cadernos repórter já existentes, foram adicionados os City Notebooks, com informações sobre algumas das maiores cidades do mundo, um híbrido entre guias turísticos e os normais moleskines, com mapas, recomendações e espaço para escrever onde andou, o que viu, o que comeu e sentiu. Uma clara aposta nos viajantes.

E ainda esta semana, a Moleskine criou um conjunto de cadernos de edição limitada dedicada a Harry Potter, com capas e imagens especiais e temáticas e expandiu sua linha de notebooks de luxo, The Art Collection.

Mas o caderno da tira de elástico entrou no mundo moderno de para-quedas, e a prestigiada revista australiana de viagens, “Gourmet Traveller” dedicou, há dias, um elaborado artigo a explicar o porquê.

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