Viagens

OMS rejeita ideia de passaportes de vacinas para viajar

O objetivo é que o novo documento comprove que os passageiros já foram vacinados contra a Covid-19. Mas é muito cedo.
Viagens continuam condicionadas.

Nos últimos tempos tem sido regularmente levantada a questão dos passaportes de vacinas, uma possível solução para resolver o gigantesco impasse no setor das viagens antes da pandemia estar totalmente resolvida — o que, já sabemos agora, não deverá ser tão cedo.

Mas a Organização Mundial de Saúde avisou que rejeita, para já, esta solução. Segundo o “Público“, o Comité de Emergências da OMS terá mesmo pedido aos países que não adotem o critério de exigir provas de vacinação contra a Covid-19 para que seja autorizada a entrada dos viajantes.

Isto porque, frisa a entidade, ainda se desconhece o impacto das vacinas na redução da transmissão; e, além disso, a disponibilidade atual de vacinas é demasiado limitada. “Estar vacinado não deve isentar os viajantes internacionais de cumprirem outras medidas para reduzir o risco das viagens”, frisa a entidade.

Segundo anunciou recentemente a “CNN”, várias companhias aéreas de todo o mundo e, para elas, várias empresas e grupos tecnológicos estão neste momento a desenvolver projetos para potenciais apps que criem uma espécie de passaporte de vacinas eletrónico, permitindo que as pessoas comprovem estar vacinadas.

A hipótese não fica totalmente descartada mas não é, neste momento, concretizável ou fiável — e não se sabe quando será.

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