Viagens

Organização Mundial da Saúde alerta turistas: não há “risco zero” nas viagens

A OMS pede cautela no regresso das viagens, dando prioridade às estritamente essenciais.
O risco de transmissão existe.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu esta sexta-feira, 31 de julho, cautela no regresso das viagens devido à pandemia do novo coronavírus, avança a “Lusa”. A OMS dá ainda prioridade às viagens de emergência, humanitárias e de repatriamento, e desaconselha a saída de idosos ou doentes crónicos.

“O processo de decisão deve incluir uma análise da situação, levando em consideração o contexto local nos países de partida e destino”, avisa a OMS, citada pela mesma publicação. Devem ser tidos em conta a epidemiologia local e os padrões de transmissão, a saúde pública nacional e as medidas sociais para controlar os surtos tanto nos países de partida como de destino.

“O levantamento gradual das viagens (ou restrições temporárias) deve ser baseado numa avaliação completa dos riscos, levando em consideração o contexto do país, os padrões locais de epidemiologia e transmissão, as medidas nacionais de saúde e sociais para controlar o surto e as capacidades dos sistemas de saúde nos países de partida e de destino, inclusive nos pontos de entrada”, refere a OMS.

Assim, deve ser dada prioridade às viagens essenciais, bem como de transporte de carga para “suprimentos médicos, alimentares e energéticos essenciais”. Não há “risco zero” ao considerar a importação ou exportação potencial de casos no contexto de viagens internacionais, acrescenta.

A OMS recomenda também que os países mantenham a vigilância epidemiológica ativa, para deteção de casos, isolamento, identificação e acompanhamento de contactos, sublinhando que ela é central para gerir de forma eficaz a pandemia do novo coronavírus.

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