Viagens

Os melhores países do mundo para os viajantes a solo — Portugal está no pódio

Estudo analisou quais os destinos mais seguros para descobrir sozinho tendo em conta uma série de critérios, do crime ao clima.
É só partir.

Antes da pandemia — e provavelmente também depois, até de forma mais acentuada — as viagens a solo começavam a ser uma clara tendência do setor. Não é que fosse algo inédito. Sempre houve pessoas ousadas ou curiosas o suficiente para partirem à aventura, sem sentirem necessidade de companhia ou de apoio, sem medos.

Mas a tendência cresceu imenso, vários estudos o têm demonstrado, sobretudo por causa da melhoria de segurança em diversos destinos, às quedas nos preços de voos e dormidas — com as low costs e alojamentos locais a ajudar — e também a uma questão cultural, social e até prática. Quanto mais pessoas viajam a solo, mais e melhores condições se criam nos destinos — o que leva a (ainda) mais pessoas a viajar.

Tanto é assim que várias agências, por esse mundo fora, se começam a organizar para oferecer pacotes mais baratos aos clientes que querem arriscar, sem serem prejudicados pelas taxas e pelo facto de normalmente compensarem mais pacotes e alojamentos em quartos duplos.

As viagens individuais estão tão em alta, sobretudo para as mulheres, que, em 2017, as buscas da Google pela frase “viagens femininas a solo” atingiram um pico de todos os tempos: 100 milhões de pesquisas.

Agora, neste início de 2022, e quando a maioria do mundo planeia um regresso às aventuras, um novo estudo analisou quais são os destinos mais seguros para viajar sozinho. Para chegar a essa conclusão, foram levados em conta fatores como a taxa de criminalidade, mas também a qualidade da acomodação, o clima e o número de atrações e atividades em grupo. 

O resultado, divulgado pela “Condé Nast” espanhola, revela um top de destinos ideais para quem pensa partir à aventura sem esperar por companhia. Há boas notícias para os portugueses: o nosso é mesmo o terceiro lugar. Quer isto dizer que, quem sabe, até possa começar por uma exploração a solo em modo “vá para fora cá dentro”, e ver como corre.

Até porque, tal como lembra a revista, as viagens a solo não são só para solteiros: pode ser porque gosta de ir sozinho; porque gosta de conhecer novas pessoas no destino; porque não tem companhia justo na altura em que pretende ir; ou “porque fortalece sua autoconfiança, diverte e abre a sua mente”, adianta.

Seja qual o motivo, é sempre importante planear bem e escolher ainda melhor. Foi por isso mesmo que a Bounce, empresa de guarda-volumes presente em mais de mil cidades no mundo, realizou um estudo para decidir quais são os países ideais para ter essa experiência.

De acordo com a “Condé Nast”, com base em vários dados compilados, a plataforma atribuiu, a cada país, uma pontuação em cada um dos fatores escolhidos, antes de fazer a média.

Na metodologia foram considerados os atrativos, bares e restaurantes listados no Tripadvisor, bem como o número de atividades em grupo e guias turísticos. Para o transporte público, eles avaliaram o custo médio de um bilhete, enquanto para o preço de uma estadia em hotel usaram os dados para uma noite de sexta ou sábado, de acordo com o Kayak. O número de hostels corresponde ao total que aparece no Hostelworld, quantificado por 100 mil pessoas, e a sua qualidade segue a pontuação dos que também aparecem neste portal. Criminalidade, segurança, temperatura, chuva, estatísticas do grupo de atividades, tudo foi pesado e somado.

Sabendo que Portugal é a medalha de bronze da lista, carregue na galeria para saber quais os cinco destinos mais seguros para partir na maravilhosa e desafiante aventura das viagens a solo.

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