Viagens

Passaporte português continua a ser um dos mais livres e poderosos do mundo

Os portugueses podem entrar em 187 países sem visto. Ocupamos o sexto lugar no ranking mundial.
Continuamos fortes no ranking.

Há coisas que damos como certas e garantidas, sem ter noção do privilégio que elas representam. Não precisar de vistos para entrar em diversos países para onde queremos ir de férias é uma delas. E a verdade é que não há assim tantos locais no mundo com esta liberdade, ou poder, como é oficialmente chamado.

Desde 2006 que é organizado um ranking mundial da Henley Passport Index, que organiza os países com base na liberdade de circulação dos cidadãos, expressa nos seus passaportes — ou no número de destinos que os seus titulares podem visitar sem um visto prévio. Com o passaporte português, é possível visitar 187 lugares sem a necessidade de visto, o que lhe confere a sexta posição na lista, divulgada em janeiro. 

O primeiro lugar do ranking da Henley Passport Index é ocupado pelo Japão, país que mantém esta posição por cinco anos consecutivos. Os portadores do passaporte nipónico podem visitar 193 destinos mundiais — um número que não está, porém, muito distante do nosso

Singapura, que já chegou a partilhar o pódio com o Japão, encontra-se em segundo lugar, juntamente com a Coreia do Sul, com 192 destinos. O terceiro lugar é dividido entre Alemanha e Espanha (190), enquanto que no quarto posto estão a Finlândia, Itália e Luxemburgo (189). À frente de Portugal, na quinta posição, surgem Áustria, Dinamarca, Países Baixos e Suécia (188).

Por outro lado, os países com os passaportes menos poderosos são Afeganistão (27 destinos), Iraque (29), Síria (30) e Paquistão (32).

O Henley Passport Index compara o acesso sem visto de 199 passaportes diferentes a 227 destinos de viagem. Se nenhum visto for necessário, uma pontuação com valor igual a 1 é criada para esse passaporte. O mesmo se aplica se puder obter um visto na chegada, uma permissão de visitante ou uma autoridade de viagem eletrónica (ETA) ao entrar no destino.

O documento é elaborado com base em dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo, (IATA), que mantém o maior e mais preciso banco de dados de informações de viagens do mundo e aprimorado por pesquisas em andamento pelo Departamento de Pesquisa Henley & Partners.

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