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Perdidas, danificadas e roubadas: 24 por cento das bagagens deram problemas em 2021

Um estudo recente revela um cenário desolador para quem deixa as suas malas nas mãos das empresas de handling.

É um número preocupante. Em 2021, 24 por cento das malas de passageiros de aviões sofreram qualquer tipo de problema. A conclusão é de um recém-divulgado estudo da SITA, uma companhia de tecnologia de aviação, que assegura que, em 2021, muitos foram os passageiros que tiveram que esperar mais do que deveriam pelas suas bagagens. E essa é a situação menos grave que podem enfrentar, mas também a mais comum.

De acordo com o documento, verifica-se que há problemas em 4,35 malas por cada mil passageiros. O problema mais frequente e que representa 71 por cento dos casos é o de atrasos na entrega, que provocam sérios problemas quando se tratam de voos de ligação e de longas distâncias.

Malas danificadas compõem 23 por cento do total e as perdidas, extraviadas e roubadas representam seis por cento dos casos. O número elevado de problemas é, segundo a SITA, provocado pela redução nas equipas de handling, seja nas empresas ou nos aeroportos. “A indústria tem agora que fazer mais com menos”, explica David Lavorel, CEO da SITA.

“À medida que emergimos da pandemia, o nosso foco continua a ser manter um bom transporte da bagagem dos clientes, mas agora é também preciso reduzir os custos totais, bem como as formações necessárias. Há muita pressão para aumentar a eficiência operacional, o que está a acelerar a digitalização.”

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