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Pode fazer teletrabalho na Islândia (e nem precisa de visto ou mudar de morada)

A troca é simples: a Islândia oferece paisagens deslumbrantes e muita cultura e só pede que os visitantes partilhem conhecimento.
A Islândia é um lugar especial.

A tendência já existia mas acelerou com a pandemia. A possibilidade de fazer teletrabalho ou trabalhar em lugares remotos é cada vez mais uma realidade. E a Islândia está apostada em retirar o máximo possível das novas tecnologias.

As autoridades islandesas alargaram um programa de convite a estrangeiros para que façam trabalho remoto a partir da ilha vulcânica. Os novos candidatos vão poder beneficiar de uma estadia de seis meses, o dobro dos anteriores 90 dias permitido aos primeiros participantes.

A proposta da Islândia não é uma oferta de emprego. Antes é um convite a quem tenha emprego, trabalhe numa empresa não islandesa e possa fazer as suas tarefas à distância. O programa é prático o suficiente para não precisar de mudar a sua morada fiscal, de ter um número de cidadão islandês ou sequer de pedir um visto. As condições podem ser consultadas online. Depois de iniciado, o processo de cada candidato será avaliado pelas autoridades locais.

Explica o “Lonely Planet” que a aposta das autoridades islandesas não está na vertente económica mas nos benefícios que a partilha de conhecimentos, experiências e novos contactos poderão trazer a longo prazo. A ilha tem capacidade para receber à vontade seis vezes mais pessoas do que a atual população do país (de cerca de 360 mil pessoas), o que quer dizer que é um destino onde manter o distanciamento social não será problemático.

O país é bem conhecido pelas suas paisagens deslumbrantes a perder de vista mas também por uma vida cultural intensa, que tem apresentado ao resto do continente europeu e ao mundo nomes relevantes na literatura e na música.

 

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