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A polícia de Bali está a obrigar os turistas que andam sem máscara a fazer flexões

A medida tem como objetivo fazer cumprir a lei para quem as multas são demasiado baixas.
Sem hipótese.

Tal como na grande maioria dos países do mundo, a Indonésia tem uma política muito restritiva no que diz respeito ao uso de máscaras na rua, como forma de prevenir a disseminação da Covid-19. A utilização destes equipamentos de proteção individual é obrigatória para todas as pessoas que andem na rua e quem não cumprir paga uma multa.

O problema é que o valor da multa é muito baixo para os padrões ocidentais — cerca de seis euros — e há cada vez mais turistas que preferem andar sem máscara e pagar as multas do que proteger-se e às outras pessoas. Por isso, e como forma de garantir que todos cumprem, as autoridades de Bali decidiram aplicar um outro tipo de castigo: 50 flexões.

Ou seja, qualquer turista que seja intercetado pela polícia e que esteja sem máscara tem de pôr as mãos no chão e submeter-se à humilhação de fazer flexões à frente de toda a gente e sob a supervisão da polícia local. Nos casos em que os turistas têm máscara, mas esta não está corretamente colocada, o castigo é um pouco mais leve: 15 flexões em vez das 50 que têm de fazer os que não usam máscara.

A medida parece estar a surtir efeito, já que nas redes sociais se têm multiplicado os vídeos de turistas a fazer flexões no meio da rua.

A Indonésia é um dos países do mundo com mais casos de coronavírus — cerca de um milhão de infetados. Desde o início da pandemia já morreram quase 30 mil pessoas no país.

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