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Passagem do Ano do Rio de Janeiro afinal não foi cancelada, apenas reformulada

Não são para já conhecidos os novos moldes da festa. Só que será certamente diferente do habitual e muito possivelmente virtual.
É um dos maiores eventos do mundo.

A notícia correu mundo: numa informação foi divulgada pela Riotur, empresa pública responsável pela organização de eventos e turismo na cidade do Rio de Janeiro, citada pela agência “Lusa“, soube-se este domingo que a festa de Réveillon que aconteceria na passagem deste ano para 2021 teria sido cancelada, por causa da pandemia.

No entanto, ao final desse dia veio um esclarecimento por parte do prefeito da cidade brasileira, Marcelo Crivella. O governante rectificou que a festa não foi cancelada, mas que terá que ser reformulada.

Citado pela “Agência Brasil”, Crivella disse que, assim que receber da Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro — a tal Riotur— a proposta de um novo formato para o evento, com possibilidades virtuais, levará o projeto à discussão com o setor de hotéis, restaurantes e restantes envolvidos.

O prefeito confirma que o formato do evento terá de ser remodelado caso não seja descoberta uma vacina para conter a doença provocada pelo novo coronavírus. “Não foi adiado. Estamos a pensar em fazer o réveillon de outro jeito”; frisou, depois de, na semana passada, ter considerado “inviável” a realização da festa nos moldes tradicionais.

Uma das maiores possibilidades a ser estudadas será a de uma festa virtual, eventualmente com os habituais espetáculos e fogo de artifício incríveis — porém sem público.

Na passagem de 2019 para 2020 quase três milhões de pessoas acompanharam a festa de Réveillon na praia de Copacabana, local onde se realizada um tradicional fogo-de-artifício na capital carioca.

Recentemente, a cidade de São Paulo anunciou também o adiamento do seu Carnaval, apontando para que aconteça em maio de 2021.

O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, ao contabilizar o segundo número de infetados e de mortos (mais de 2,3 milhões de casos e 85.238 óbitos), depois dos Estados Unidos.

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