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É assim a estação ferroviária do futuro: metade terminal, metade jardim

Chama-se "Estação de Comboio na Floresta", ficará em Jiaxing, China, e deve abrir ainda este ano.

Primeiro, havia a biodiverisdade, a floresta, a natureza, os oceanos. Depois veio o homem e a mecanização, a industrialização, o desenvolvimento — todos importantes, sem dúvida, mas todos a roubar, progressivamente, um pouco de espaço aos anteriores.

Agora, com o planeta em risco, as apostas do futuro parecem ser um regresso ao ambiente, à floresta, à natureza: ou pelo menos a um compromisso e uma combinação das duas coisas, homem e ambiente.

É o caso do projeto megalómano da nova estação de comboios de Jiaxing, na China. Programada para abrir a 1 de julho deste ano ela parece, na verdade, uma estação do futuro. Segundo a “Travel & Leisure”, tudo por “culpa” do design biofílico e da visão do gabinete responsável pelo projeto, a MAD Architects. O objetivo? Trazer a natureza para o primeiro plano, integrá-la com a funcionalidade e o modernismo, manter tudo verde e sustentável.

A cidade de Jiaxing fica no sudeste da China e a sua estação chegou a ser das mais utilizadas do país. No entanto, depois de construída em 1907, viria a ser destruída apenas 30 anos depois, no início da Segunda Guerra Sino-Japonesa.

Agora, o novo projeto, chamado de “Estação de Comboios na Floresta”, pretende que a nova e gigante estação seja areajda, aberta, integrada no ambiente, com árvores. Acresce a isto que, além de funcionar como o centro de transporte do centro da cidade para serviços interurbanos e locais, a estação servirá também como uma forma de revitalizar a área que se encontra em declínio e de criar um novo espaço de usufruto para os cidadãos: onde até um museu de homenagem à antiga estação será criado.

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