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Acima das nuvens: já pode dormir no hotel mais alto do mundo

Não está no Guinness devido às características, mas supera até o do Dubai. Além do recorde, prima pelo luxo.
É magnífico.

Por seis metros de diferença face ao seu antecessor, este poderá ser o hotel mais alto do mundo. Com um detalhe técnico, que faz com que não chegue a garantir o lugar nos meios oficiais, como o Guiness Book of Records — mas ainda assim aquele onde os hóspedes ficam mais integrados das nuvens (ou, dependendo das condições atmosféricas, até acima) e mais perto do céu.

Abriu no final do passado mês de junho o J Hotel Shanghai Tower, autodesignado então como o mais alto do mundo. Segundo a “CNN“, o novo hotel ocupa os andares superiores da Torre de Xangai, que com 632 metros é o edifício mais alto de toda a China.

Tal como recorda o canal, há séculos que as civilizações apostam nas construções cada vez mais altas e criou-se uma espécie de competição internacional, sobretudo entre as grandes potências do turismo e da engenharia, nos edifícios, piscinas, hotéis mais altos.

No Dubai, há uma batalha constante pelo título de hotel mais alto da cidade e do planeta e em 2018 foi inaugurado — como a NiT então noticiou — o Gevora Hotel. Com 356 metros de altura e 75 andares, foi oficialmente reconhecido como o hotel mais alto do mundo pelo Guinness Book of World Records nesse ano.

Desta feita, apesar da nova unidade da China chegar tecnicamente mais acima, não deverá conseguir firmar o título de hotel mais alto porque este é normalmente aplicado apenas a edifícios usados ​​totalmente como hotéis. Só que este J Hotel ocupa apenas uma seção superior da Torre de Xangai, não a sua totalidade.

Como curiosidade, nesta corrida pelas alturas logo atrás de Gevora está a ainda em construção Ciel Tower, também no Dubai, que terá 1.042 quartos e atingirá 360,4 metros de altura quando for concluída. Ao contrário de alguns dos outros hotéis, o Ciel, ou céu em francês, deverá ter um deck de observação no telhado de vidro, que dará aos não hóspedes a oportunidade de experimentar a vista por si próprios.

Quanto ao atual “vencedor”, ainda que informal, o J Hotel Shanghai Tower tem 165 quartos, dos quais 34 são suites. Tem também detalhes, decorações, design e luxos dignos de filmes: serviço de mordomo pessoal 24 horas por dia, piscina coberta, artigos de Hermes and Diptyque, banheiras em formato de pétalas de magnólia, um spa de luxo com foco em tratamentos de Reiki e jogos de chá chineses completos em todos os quartos.

A unidade pertence à Jin Jiang International, uma das maiores empresas estatais de hotelaria e turismo da China e os preços para aqui dormir começam nos cerca de 500 euros por noite, podendo superar os 10 mil euros. A suite mais cara, a Shanghai Suite, tem 380 metros quadrados, uma sala de estar, escritório, cozinha, área de fisioterapia e uma sala para se vestir, com preços apenas sob consulta.

Além de diversos espaços de lazer, diversão e beleza, para refeições pode escolher um de sete espaços, que incluem um restaurante cantonês, um japonês, um italiano e um dedicado apenas a refeições ligeiras..

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