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Refrões em coro e muita emoção: James brilharam no arranque de Vilar de Mouros

A banda britânica regressou a Portugal e trouxe alguns dos maiores clássicos.

A abertura do Vilar de Mouros ficou marcada pelas celebrações do 60.º aniversário do primeiro festival da Península Ibérica. O dia foi recordado por um alinhamento que reuniu nomes históricos e novas apostas, desde os The Stranglers, que atuaram pela primeira vez no evento em 1982, até aos Dubaquito, que agora dão os primeiros passos no panorama musical.

Entre os destaques da noite esteve o concerto dos James, que transformaram a atuação num momento de comunhão com o público. A banda iniciou o espetáculo com “Interragation”, do álbum “Le Petite Mort”, seguindo depois para “Tomorrow”.

A atuação contou também com momentos de reflexão introduzidos pelo vocalista Tim Booth, que intercalou as canções com mensagens pessoais. Antes de “Heads”, o artista falou sobre a situação política nos Estados Unidos e dedicou versos como “It’s just a fever of greed/ Don’t believe in the white American dream” ao clima atual do país.

O alinhamento prosseguiu com temas como “Way Over Your Head”, “Sit Down” e “Getting Away With It (All Messed Up)”. O encerramento fez-se com “Laid”, um dos temas mais icónicos da banda, marcado pela fusão de folk e pop rock dos anos 90.

Formados em 1981 em Manchester, os James são liderados por Tim Booth. O grupo esteve em pausa entre 2001 e 2007 devido ao afastamento do vocalista, mas regressou para lançar mais sete álbuns. Atualmente, a banda é composta por Jim Glennie, David Baynton-Power, Saul Davies, Mark Hunter, Andy Diagram, Adrian Oxaal, Chloe Alper e Debbie Knox-Hewson.

Carregue na galeria para ver as fotografias do concerto dos James no Vilar de Mouros.

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